PSOL

PSOL
CST UNIDOS PARA LUTAR SERVIDOR DE GUARULHOS

sábado, 3 de janeiro de 2009

पेंसर उम् मुंडो NOVO

COMO
*************************************************************************************

Nos Útimos meses a fé dos fudamentalista de mercado se viu profundamente abalada.Durante décadas seu discurso foi o da defesa do livre mercado, sustentado que a concorrência é a forma de regulação dos atores economicos.Seu poder foi tamanho que obrigou os Estados nacionais aceitarem suas imposições.Sua idéia tornaram-se hegemônicas e nos levaram até mesmo a pensar que havíamos chegado ao fim da história.Nada mais poderia substituir o livre mercado.As criticas existentes não eram dirigidas ao modelo capitalista de mercado,e sim á exacerbação de uma ciranda especulativa descolada da economia real,que haveria de esbarrar nos seu próprio limites.Analises feitas em 2001 estimaram que somente 8% das transações financeiras internacionais tiveram como objetivo a movimentação de capitais para financiar a produção de riqueza reais.O resto teria sido constituido por movimentos especulativos.Pois não é que a dinâmica do livre mercado acabou por se a maior ameaça á própria existência dos grandes conglomerados financeiros e empresariais dos paises centrais do capitalismo?Depois de quebrar bancos,financeiras e seguradoras,e engolir trilhões de dolares de fundos públicos,a crise chega á economia real.As grandes empresa da industria automobilistica norte-americana,de pires na mão, estão pedindo socorro ao governo.Como se trata de uma reação em cadeia outos setores produtivos entram na fila dos inadimplentes,a construção civil a frente dos demais .O paradigama do livre mercado se quebrou.E as grandes corporações pedem um keynesianismo para os ricos,isto é,pedem uma enorme transferência de capital público para o setor privado.Como se nunca se viu.Já esta claro que esta é uma crise sistêmica.Não podem ser vistas como isoladas as crise de segurança alimentar,ambiental,energetica e financeira.E uma crise do modo de produção capitalista de derrotas,e de sua narrativa que explica o mundo como um campo de competividade,de conquista e derrotas,de uma predação sem limites.Mas,se os capitalista estão sofrendo suas perdas,o que irá acontecer com as legiões de pobres que aumentam a cada dia?Também está claro que as consequências sociais da crise serão perversas e que os conflitos sociais vão se intensificar.Desta vez esta crise sistêmica não vem só.O planeta não aguenta mais o grau de degradação ambiental que o atual modo de produção impõe.A rarefação da camada de ozônio,a escasses de água,o aquecimento global, a destruição das florestas,a extinção das espécies,tudo aponta para uma catástrofe anunciada que ninguém consegue frear.Os analista que recuperam a dimensãohistórica dos processos atuais apostam numa ampla mobilização social, em transformações profundas, mas não controem a narrativa da sociedade futura.O que virá depois deste modo de produção capitalista de mercado? Abre-se um novo período de disputa e negociações.Novos atores e novos sujeitos politicos entram na cena pública na América Latina e apresentam suas demandas,que começam por exigir mais democracia.Os movimentos sociais ganhavam vigor e articulam-se em redes,buscam suas conexões com politica,com as universidades,com as classes média,elaboram plataformas
propõem politicas,soluçoes.Em muitos pa´ses da america Latina,amplas maiorias elegem gorvenantes de novo tipo,mais comprometidos com os interresses populares..Com isso, estão dadas condições para instituir novas relações entre Estado e sociedade civil.Processo constituinte reforma politicas,referendos e participação cidadã na gestãopública vão criando novos espaços de negociação e buscam a realização de um novo contrato social.Pois é disso justamente que se trata-a aspiração mais geral que vem de todos esses movimentos é criar novo contrato social,fundar uma nova sociedade.Já existiu no passado uma experiência de contrato social que avançou no reconhecimento dos direitos humanos.Welfare state,o Estado do Bem-Estar Social. Resultado das lutas conduzidas durante um século pelos movimentos operarios e sociais,cristão e socialistas,ele foi aceito pelas classes dominantes para desmontrar,entre outras coisas, que o sistema capitalista de mercado pode responder de maneira mais eficaz que o socialismo-comunismo ao objeto de realização de uma sociedade justa,solidaria,democrática e fundada na igualdade entre todos os cidadãos.Hoje a situação é outra.Não há mais a ameaça comunista.E os setores mobilizados da sociedade não correspondem mais ao proletariado de antigamente.Mas as apostas por mudança estão mais fortes,impulsionadas por grupos que se constituem a partir de outras indentidades.Apesar de toda essa mobilização, falta uma interpretação do que pode ser o futuro que empolgue multidões.A principal tarefa da esquerda é propor um mundo novo,pensar uma utopia,construir uma narrrativa-com passado,presente e futuro-que seja capaz de prefigurar uma nova sociedade....