Terça-feira, 5 de Outubro de 2010 19:51:43Fw: Entrevista - Toninho do Psol - Correio Braziliense PSOL é voto nulo.
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Subject: Re: Entrevista - Toninho do Psol - Correio Braziliense PSOL é voto nulo.
aqui Edmilson e Fernando já declaram que não apoiam ninguem no 2 turno, por motivos de coerência política. o psol ainda não tem nota. depois disso dificil declarar voto. porem é que o PT aqui tá muito queimado.
Em 5 de outubro de 2010 11:49, Adriano Dias escreveu:
Companheiros
Ontem o PSOL definiu nossa posição no 2º turno no DF: Voto nulo. Pela quantidade de votos que tivemos sofremos uma grande pressão para apoiar AGNELO frenta ao atraso da Familia Roriz. Antes da deliberção da executiva Toninho já informava que votaria nulo.
Esse posiciomento particular foi adiantado pq no último debate Agnelo cogitou que Maninha estava envolvida em desvio de verba na época em que ela foi secretária de saúde. Na verdade uma puta sacanagem do PT para tentar queimar Toninho e o PSOL.Esse fato agilizou uma resposta sobre o 2º turno já que não é característical APS/Toninho essa contudência.
Na nota elaborada pela executiva retiramos essa " livre para votar em quem quiser". que ele coloca nessa entrevista
Saudações Solaris
Entrevista - Toninho do psol
Depois de conquistar a preferência de 14,25% do eleitorado para o GDF, o candidato do PSol reafirma que adotará postura neutra no 2º turno e diz não confiar em nenhum dos concorrentes
Ricardo Taffner
Adauto Cruz/CB/D.A Press
Desde a realização dos primeiros debates, passamos a sentir nas ruas um crescimento da candidatura, que infelizmente não foi detectado pelos institutos de pesquisa. Onde tivesse um aparelho de televisão ou um rádio, o pessoal sabia quem eu era, me chamava pelo nome e debatia minhas ideias”
Depois de um conturbado primeiro turno e da prorrogação da decisão popular sobre quem será o novo governador do Distrito Federal, Toninho do PSol tornou-se uma referência política. Na segunda disputa consecutiva ao cargo, ele conseguiu superar as expectativas e conquistou 199 mil votos, ou seja, 14,25% da preferência brasiliense. Confiante, ele diz que o resultado era esperado. Agora, é procurado pelos dois sobreviventes da disputa eleitoral, Agnelo Queiroz (PT) e Weslian Roriz (PSC). Entretanto, Toninho deixa claro: votará nulo. “Não tenho nenhuma confiança em nenhum dos dois.” Devido ao grande capital político e um eleitorado capaz de definir as eleições, Toninho foi procurado ontem por dezenas de jornalistas e políticos. Antes de conceder uma coletiva, o ex-candidato recebeu o Correio em um pequeno espaço na sala 101 do Edifício Miguel Badya, no Setor de Diversões Sul (Conic), para uma entrevista exclusiva. A sede do PSol-DF tem, no máximo, 30 metros quadrados e é equipada com utensílios levados pelos militantes. Um assessor pretende levar de volta para casa o equipamento de internet sem fio, outra viu a garrafa térmica doada por ela se espatifar no chão logo no primeiro dia após as eleições, enquanto salvava a cafeteira emprestada por uma colega. O orgulho do partido é ter conseguido um desempenho positivo com tão poucos recursos. Segundo as contas, foram menos de R$ 50 mil. Para comemorar o fim das campanhas, farão um churrasco no próximo domingo com todos os candidatos. Toninho, apesar do sucesso, sai do processo eleitoral com uma ferida aberta contra o primeiro colocado nas urnas. Deixa claro que, se Agnelo não tivesse atacado a ele e à esposa, Maria José Maninha, talvez tivesse dado apoio ao petista. Vacila, somente, sobre a possibilidade de uma reconciliação.
PSol não fará aliança
Como avalia a própria performance no primeiro turno?
Não foi uma surpresa. Desde a realização dos primeiros debates, passamos a sentir nas ruas um crescimento da candidatura, que infelizmente não foi detectado pelos institutos de pesquisa. Onde tivesse um aparelho de televisão ou um rádio, o pessoal sabia quem eu era, me chamava pelo nome e debatia minhas ideias. Três dias antes da eleição, eu disse que estava crescendo muito e até podia haver uma novidade no segundo turno.
Qual é o perfil do eleitor do Toninho?
É um eleitorado ávido por mudanças no DF. A minha candidatura permeou o público de todas as classes sociais, que se posicionou tanto pela candidatura anti-Roriz como contra a parceria entre Agnelo e Filippelli. O eleitor viu na minha candidatura a possibilidade de mudança nos esquemas políticos tradicionais.
Seria o voto de protesto?
Não vejo dessa forma. Foi um voto em torno de um projeto de mudança. As pessoas votaram pelas ideias que eu estava defendendo e não como um gesto de revolta.
Agora, o senhor é identificado como o responsável por levar Weslian Roriz ao segundo turno.
A minha candidatura quebrou tanto o esquema petista-peemedebista corrupto, vinculado a tudo o que tem de mais atrasado na política do DF, como o rorizismo. É só lembrar que quem levou Joaquim Roriz ao tribunal foi o Toninho do PSol. Graças a uma iniciativa minha e do meu partido impugnamos a candidatura dele. O PT e PMDB não tiveram coragem, força e iniciativa política para fazer isso. Nos debates, quem teve as atitudes concretas de confronto contra o Roriz fui eu.
Você e Agnelo também se enfrentaram nos debates. Ficou alguma mágoa?
De forma nenhuma, porque o debate que fiz foi político. Claro que Agnelo deve desculpas a Maninha pela baixaria que patrocinou no ar, levantando contra ela algo ocorrido há 13 anos, sobre uma nova análise aberta pelo Tribunal de Contas do DF. Ao colocar aquelas acusações, ele tentou um jogo sujo, baixo, que inclusive manchou a própria biografia. Tanto eu quanto Maninha sempre tivemos com ele uma relação muito respeitosa e camarada. Eu nunca fiz nenhuma acusação pessoal contra o Agnelo. E olha que ele tem telhado de vidro, com inúmeros processos pelos órgãos que passou e ocupação indevida de área pública.
Isso pesou para tomar a decisão sobre o segundo turno?
Não tem peso nenhum. É uma questão ideológica. O projeto dessa aliança representada por Agnelo Queiroz não guarda nenhuma proximidade com o projeto defendido pelo PSol. Obviamente, Weslian Roriz é o atraso e não temos nenhuma linha de identidade com esse projeto. Nossa militância e nossos eleitores estão livres para decidir como quiserem no segundo turno. Eu vou votar nulo, indiscutivelmente.
O voto nulo não ajuda o primeiro colocado?
Não há esse perigo. É uma postura política. Não ajuda nenhum lado.
Dona Weslian e Agnelo teriam um desempenho similar?
Não posso nem avaliar isso. Mas como candidatos, não tenho nenhuma confiança em nenhum dos dois. Eles não me convenceram porque devo votar neles. Quem sabe se o Agnelo tivesse tido uma postura diferente no debate político eu não estaria com uma certa simpatia. Mas ele não foi digno no primeiro turno em relação aos candidatos do PSol. Então, não vai receber o tratamento que não nos dispensou.
Nem se ele procurá-lo a fim de promover uma reconciliação?
(pausa)
Há uma possibilidade de conversa?
O presidente do PT (Roberto Policarpo) me procurou para conversar. Eu repeti exatamente o que eu disse aqui. A filha do Roriz (Jaqueline Roriz) também sinalizou que queria conversar e eu disse o mesmo.
O que pretende fazer com ocapital político que adquiriu nestas eleições?
Vamos fazer a construção partidária. Queremos ampliar nossa influência em todo o DF com a força da militância. Eu aprendi isso nos 25 anos em que fiquei no PT. Nós sabemos como fazer um trabalho de base. Aliado a isso, estaremos sempre cobrando e denunciando aquilo que o próximo governo fizer contra os interesses da população. Estaremos vigilantes sobre o novo governador, seja ele quem for.
Terça-feira, 5 de Outubro de 2010 19:51:43Fw: Entrevista - Toninho do Psol - Correio Braziliense PSOL é voto nulo.
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aqui Edmilson e Fernando já declaram que não apoiam ninguem no 2 turno, por motivos de coerência política. o psol ainda não tem nota. depois disso dificil declarar voto. porem é que o PT aqui tá muito queimado.
Em 5 de outubro de 2010 11:49, Adriano Dias escreveu:
Companheiros
Ontem o PSOL definiu nossa posição no 2º turno no DF: Voto nulo. Pela quantidade de votos que tivemos sofremos uma grande pressão para apoiar AGNELO frenta ao atraso da Familia Roriz. Antes da deliberção da executiva Toninho já informava que votaria nulo.
Esse posiciomento particular foi adiantado pq no último debate Agnelo cogitou que Maninha estava envolvida em desvio de verba na época em que ela foi secretária de saúde. Na verdade uma puta sacanagem do PT para tentar queimar Toninho e o PSOL.Esse fato agilizou uma resposta sobre o 2º turno já que não é característical APS/Toninho essa contudência.
Na nota elaborada pela executiva retiramos essa " livre para votar em quem quiser". que ele coloca nessa entrevista
Saudações Solaris
Entrevista - Toninho do psol
Depois de conquistar a preferência de 14,25% do eleitorado para o GDF, o candidato do PSol reafirma que adotará postura neutra no 2º turno e diz não confiar em nenhum dos concorrentes
Ricardo Taffner
Adauto Cruz/CB/D.A Press
Desde a realização dos primeiros debates, passamos a sentir nas ruas um crescimento da candidatura, que infelizmente não foi detectado pelos institutos de pesquisa. Onde tivesse um aparelho de televisão ou um rádio, o pessoal sabia quem eu era, me chamava pelo nome e debatia minhas ideias”
Depois de um conturbado primeiro turno e da prorrogação da decisão popular sobre quem será o novo governador do Distrito Federal, Toninho do PSol tornou-se uma referência política. Na segunda disputa consecutiva ao cargo, ele conseguiu superar as expectativas e conquistou 199 mil votos, ou seja, 14,25% da preferência brasiliense. Confiante, ele diz que o resultado era esperado. Agora, é procurado pelos dois sobreviventes da disputa eleitoral, Agnelo Queiroz (PT) e Weslian Roriz (PSC). Entretanto, Toninho deixa claro: votará nulo. “Não tenho nenhuma confiança em nenhum dos dois.” Devido ao grande capital político e um eleitorado capaz de definir as eleições, Toninho foi procurado ontem por dezenas de jornalistas e políticos. Antes de conceder uma coletiva, o ex-candidato recebeu o Correio em um pequeno espaço na sala 101 do Edifício Miguel Badya, no Setor de Diversões Sul (Conic), para uma entrevista exclusiva. A sede do PSol-DF tem, no máximo, 30 metros quadrados e é equipada com utensílios levados pelos militantes. Um assessor pretende levar de volta para casa o equipamento de internet sem fio, outra viu a garrafa térmica doada por ela se espatifar no chão logo no primeiro dia após as eleições, enquanto salvava a cafeteira emprestada por uma colega. O orgulho do partido é ter conseguido um desempenho positivo com tão poucos recursos. Segundo as contas, foram menos de R$ 50 mil. Para comemorar o fim das campanhas, farão um churrasco no próximo domingo com todos os candidatos. Toninho, apesar do sucesso, sai do processo eleitoral com uma ferida aberta contra o primeiro colocado nas urnas. Deixa claro que, se Agnelo não tivesse atacado a ele e à esposa, Maria José Maninha, talvez tivesse dado apoio ao petista. Vacila, somente, sobre a possibilidade de uma reconciliação.
PSol não fará aliança
Como avalia a própria performance no primeiro turno?
Não foi uma surpresa. Desde a realização dos primeiros debates, passamos a sentir nas ruas um crescimento da candidatura, que infelizmente não foi detectado pelos institutos de pesquisa. Onde tivesse um aparelho de televisão ou um rádio, o pessoal sabia quem eu era, me chamava pelo nome e debatia minhas ideias. Três dias antes da eleição, eu disse que estava crescendo muito e até podia haver uma novidade no segundo turno.
Qual é o perfil do eleitor do Toninho?
É um eleitorado ávido por mudanças no DF. A minha candidatura permeou o público de todas as classes sociais, que se posicionou tanto pela candidatura anti-Roriz como contra a parceria entre Agnelo e Filippelli. O eleitor viu na minha candidatura a possibilidade de mudança nos esquemas políticos tradicionais.
Seria o voto de protesto?
Não vejo dessa forma. Foi um voto em torno de um projeto de mudança. As pessoas votaram pelas ideias que eu estava defendendo e não como um gesto de revolta.
Agora, o senhor é identificado como o responsável por levar Weslian Roriz ao segundo turno.
A minha candidatura quebrou tanto o esquema petista-peemedebista corrupto, vinculado a tudo o que tem de mais atrasado na política do DF, como o rorizismo. É só lembrar que quem levou Joaquim Roriz ao tribunal foi o Toninho do PSol. Graças a uma iniciativa minha e do meu partido impugnamos a candidatura dele. O PT e PMDB não tiveram coragem, força e iniciativa política para fazer isso. Nos debates, quem teve as atitudes concretas de confronto contra o Roriz fui eu.
Você e Agnelo também se enfrentaram nos debates. Ficou alguma mágoa?
De forma nenhuma, porque o debate que fiz foi político. Claro que Agnelo deve desculpas a Maninha pela baixaria que patrocinou no ar, levantando contra ela algo ocorrido há 13 anos, sobre uma nova análise aberta pelo Tribunal de Contas do DF. Ao colocar aquelas acusações, ele tentou um jogo sujo, baixo, que inclusive manchou a própria biografia. Tanto eu quanto Maninha sempre tivemos com ele uma relação muito respeitosa e camarada. Eu nunca fiz nenhuma acusação pessoal contra o Agnelo. E olha que ele tem telhado de vidro, com inúmeros processos pelos órgãos que passou e ocupação indevida de área pública.
Isso pesou para tomar a decisão sobre o segundo turno?
Não tem peso nenhum. É uma questão ideológica. O projeto dessa aliança representada por Agnelo Queiroz não guarda nenhuma proximidade com o projeto defendido pelo PSol. Obviamente, Weslian Roriz é o atraso e não temos nenhuma linha de identidade com esse projeto. Nossa militância e nossos eleitores estão livres para decidir como quiserem no segundo turno. Eu vou votar nulo, indiscutivelmente.
O voto nulo não ajuda o primeiro colocado?
Não há esse perigo. É uma postura política. Não ajuda nenhum lado.
Dona Weslian e Agnelo teriam um desempenho similar?
Não posso nem avaliar isso. Mas como candidatos, não tenho nenhuma confiança em nenhum dos dois. Eles não me convenceram porque devo votar neles. Quem sabe se o Agnelo tivesse tido uma postura diferente no debate político eu não estaria com uma certa simpatia. Mas ele não foi digno no primeiro turno em relação aos candidatos do PSol. Então, não vai receber o tratamento que não nos dispensou.
Nem se ele procurá-lo a fim de promover uma reconciliação?
(pausa)
Há uma possibilidade de conversa?
O presidente do PT (Roberto Policarpo) me procurou para conversar. Eu repeti exatamente o que eu disse aqui. A filha do Roriz (Jaqueline Roriz) também sinalizou que queria conversar e eu disse o mesmo.
O que pretende fazer com ocapital político que adquiriu nestas eleições?
Vamos fazer a construção partidária. Queremos ampliar nossa influência em todo o DF com a força da militância. Eu aprendi isso nos 25 anos em que fiquei no PT. Nós sabemos como fazer um trabalho de base. Aliado a isso, estaremos sempre cobrando e denunciando aquilo que o próximo governo fizer contra os interesses da população. Estaremos vigilantes sobre o novo governador, seja ele quem for.
Adriano Dias
Coordenador Geral do CALET-www.caletunb.org.br
Coletivo Vamos à luta-www.juvvamosaluta.blogspot.com
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Adriano Dias
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